A nossa história
O que se aprende quando
se atravessa o mundo
Prólogo
"Este projeto de vida que estou construindo vai realmente me levar onde eu quero?"
A pergunta pesava como chumbo enquanto Cristiano observava Cabo Frio pela janela do carro passando em frente à Praia do Forte. O sol se punha sobre os prédios da cidade que ele ajudou a construir — e que ele mal tinha tempo de apreciar.
Mais de duas décadas erguendo edifícios em Cabo Frio. Uma carreira sólida. Família presente — Elisa, e os três filhos: Alice, Arthur e Júlia. Por fora, o retrato do sucesso. Por dentro, uma inquietação crescente.
Em 2024, a decisão foi tomada. Embalaram a vida em cinco mochilas — uma por pessoa. Tiraram os filhos da escola tradicional. Saíram pelo mundo por um ano inteiro.
Cinco passaportes. Vinte e três países. Quatro continentes.
Os lugares que nos formaram
Em cada parada,
uma lição que livro nenhum ensina
Japão
O silêncio das estações de esqui em Hokkaido e a cortesia de um povo que faz reverência ao receber.
Tailândia
Krabi, banho de elefante em rio aberto, a dentista-fada de Júlia em Phi Phi.
Índia
Varanasi, fumaça e fé, comida com as mãos, o essencial reduzido ao mínimo.
Grécia
Syros, a família que abriu a casa pra gente como se fôssemos primos.
Camboja
Templos sagrados, sabores que nem nome têm, monge oferecendo chá no fim da tarde.
Polônia
Cracóvia, o silêncio pesado de Auschwitz, a lição de que hospitalidade também é memória.
E tantos outros lugares — Bélgica, Tchéquia, Itália, Portugal, Egito, Vietnã, Turquia — onde, mais que conhecer, nos descobrimos.
Por que Aloha
Uma palavra havaiana
que carrega muito mais
Em cada parada, uma lição que livro nenhum ensina: o que é, de verdade, receber bem.
Não foi nos grandes hotéis de luxo que o aprendizado mais profundo veio. Foi no anfitrião grego que perguntou pela viagem antes de pedir o documento. No monge cambojano que ofereceu chá sem esperar pergunta. No pequeno hotel de família em Cracóvia onde o dono chamava cada hóspede pelo nome — e sabia, no segundo dia, qual era a fruta preferida no café da manhã.
Hospitalidade verdadeira, descobrimos, não é sofisticação. É presença. É notar antes de ser pedido. É lembrar do nome. É o detalhe pequeno feito com cuidado real.
Aloha é amor, presença e respeito —
o ar que se compartilha entre quem chega e quem recebe.
Não escolhemos esse nome porque soa bonito. Escolhemos porque, depois de 23 países, foi a palavra mais próxima do que aprendemos na estrada — e do que queremos devolver, todos os dias, a cada hóspede que entra por essa porta.
A jornada completa está contada no livro 5 Passaportes e Um Destino, de Cristiano Goulart Duarte (Marini Editora, 2025).
Parte de algo maior
Grupo MERCK Hotéis
O Aloha integra o Grupo MERCK — conglomerado dirigido por Cristiano Goulart Duarte que opera nas frentes de construção (Construmad), incorporação imobiliária, hospitalidade (Hotel Oasis em Cabo Frio, Esplanada em Belo Horizonte) e tecnologia (ALVA ONE).
Aloha
Boutique 23 suítes — Cabo Frio · 2026
Oasis
Hotel tradicional — Cabo Frio
Esplanada
Hotel — Belo Horizonte